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Deputados do MDB podem ser investigados por morte de Marielle

Assassinatos de Marielle e Anderson chegam a 150 dias com centenas de perguntas e nenhuma resposta

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A Polícia Civil não comenta o caso (Foto: Divulgação)

Três deputados do MDB podem estar envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco, do Psol, que resultou na morte do motorista Anderson Gomes.

Os parlamentares investigados são Edson Albertassi, Jorge Picciani e Paulo Melo. Todos estão presos desde o ano passado, acusados de envolvimento com uma máfia de empresários de ônibus. Paulo Melo e Albertassi estão na cadeia, já Picciani cumpre prisão domiciliar.

Nessa linha de investigação, o assassinato seria uma forma de vingança para atingir Marcelo Freixo, do mesmo partido que Marielle.

Freixo já sofreu diversas ameaças de morte e, há cerca de 10 anos, anda em carros blindados, escoltado por policiais, o que dificultaria, na versão apresentada, um atentado contra ele.

A Polícia Civil não comenta o caso.

Os caciques do MDB podem ter atribuído a Marcelo Freixo a responsabilidade das prisões. É que no ano passado, Edson Albertassi estava disputando uma vaga para ser conselheiro do TCE, mas Freixo protocolou uma ação judicial que, por decisão da justiça, impediu Albertassi de disputar a cadeira. Se ele tivesse ido para o TCE, qualquer processo judicial contra ele seria remetido para o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, já que ganharia foro privilegiado.

Neste sábado (11), completam 150 dias das mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes. A reportagem não conseguiu contato com as defesas dos acusados.

Por Ana Licia Soares, às 10/08/2018 - 15:33

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