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Secretaria de Polícia Militar investiga se houve participação de PMs em morte de jovens - Editoriais - Band News FM

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Secretaria de Polícia Militar investiga se houve participação de PMs em morte de jovens

A acusação partiu de familiares dos meninos

Por Natália Rodrigues, às 11/01/2019 - 06:55

Allan dos Santos Gomes, de 15 anos, foi baleado no domingo (Foto: Repodução/Redes Sociais)

Duas famílias de jovens mortos no Rio acusam a Polícia Militar de participação nos crimes. Apesar das acusações, a PM nega as participações. Parentes de Allan dos Santos Gomes, de 15 anos, afirmam que o adolescente morto na comunidade da Chacrinha, na Praça Seca, Zona Oeste, não tinha participação no tráfico de drogas e foi tinha um grau leve de autismo.

Por meio de nota, a PM afirmou que a Secretaria de Polícia Militar instaurou um procedimento apuratório para verificar as circunstâncias da morte do adolescente. A delegacia de Homicídios também investiga o caso.  O cunhado do jovem, o barbeiro Rafael Silva Alves, afirmou que o menino não tinha nenhum envolvimento com criminosos, como alegado pela PM.

No último domingo (06), Polícia Militar afirmou que o batalhão responsável pelo patrulhamento na área foi acionado, por volta das oito e meia da noite, para checar denúncias sobre a presença de criminosos armados na comunidade da Chacrinha, na Praça Seca. Ainda de acordo com a nota, os militares foram recebidos a tiros por criminosos e houve confronto. Após cessarem os disparos, a equipe realizou buscas pela região e localizou três adolescentes feridos com três pistolas.

Todos foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, na mesma região, mas não resistiram aos ferimentos.

Em Costa Barros, na Zona Norte, a família de Lucas de Azevedo Albino, de 18 anos, procurou a Corregedoria da corporação para denunciar também uma suposta morte com participação da Polícia Militar.

O jovem foi morto no dia 30 de dezembro. Os parentes da vítima denunciam que ele ia buscar a namorada para ir à praia. A PM também apura internamente o caso. Já a Polícia Civil ouve testemunhas.

 

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